O Filho do Palhaço

O Filho do Palhaço

Letra O Filho do Palhaço

Novamente ilumina o picadeiro
Vai começar no circo uma função
São acrobatas trapezistas enfeitando
Labutando no seu belo ganha pão

O povo se ajeitando bem contente
Vai gritando cada instante, cada espaço
Solta ele, alegria deste circo
Quero ver no picadeiro o paiaço

Cara pintada vai entrar ali na arena
E de repente sente mal o pobre paiaço
Com a mão apertando o coração
Que está veio, já sentindo o cansaço

E ali mesmo na saída da barraca
Cai sem vida o rei da alegria
Todos choram lamentando a triste sorte
Porque morreu a alma da companhia

E o seu filho pinta a cara aquela noite
E vai a sorrir tendo o coração chorando
Enquanto faz toda a plateia gargalhar
Vai o coitado assim se lamentando

Gargalha plateia, gargalha
Sorri da minha sorte de pierrô
Quero chorando junto gargalhar
Porque meu pai também já gargalhou

Gargalha outra vez bela plateia
Você pagou para rir da minha sorte
Você gargalha e eu choro a sorrir
Minha alegria roubou-me agora a morte

Eu não lamento, pode crer, a minha sina
Porque nasci com a alma de paiaço
Quero seguir de meu pai a rotina
De gargalhar tendo a alma em pedaço

Outras letras de Zico e Zeca

Letra Relógio quebrado

Vou contar uma passagem
na vida de dois irmãos
que viviam discutindo a respeito a religião
O Zezé que era o mais velho
tinha sua devoção
Na hora dele ir deitar fazia suas oração

Letra completa

Letra Dona Jandira

Quando eu era um folgazão novo
Se eu contar sei que o povo admira
Eu cantei em muito bar importante
E também nos teatro caipira
Eu cantava com uma moreninha
Para aqueles arrebaldes, para aqueles catira
Que o povo todo admirava
Por ver o bom peito da Dona Jandira

Letra completa

Letra Dona Felicidade

Quem passar naquela estrada, vê uma casinha amarela
E uma varanda enfeitada e um canário na janela
Tem um jardim e um pé de jasmim
Feliz assim, eu vivo com ela

Letra completa

Letra O Mineiro Não Faz Feio

Fui passear em Poços de Caldas, a rainha do veraneio
Vou contar o que aconteceu, a história eu não floreio
Avistei um cavaleiro
Perguntei da onde veio
Venho vindo do Rio Grande sou da terra do rodeio
Tô aqui só de passagem, neste chão eu não apeio

Letra completa

Letra Despedida de Um Filho

Adeus sertão
Adeus flores da cascata
Hoje nesta serenata
Eu venho me despedir
Até a Lua
Lá no céu enche de mágoa
Geme o vento e chora as águas
Por ver um filho partir

Letra completa

Letra A Caneta e a Enxada

“Certa vez uma caneta foi passear lá no sertão
Encontrou-se com uma enxada, fazendo uma plantação.
A enxada muito humilde, foi lhe fazer saudação,
Mas a caneta soberba não quis pegar na sua mão.
E ainda por desaforo lhe passou uma repreensão.”

Letra completa

Letra Pracinha

Sou caboclo calejado
No sertão eu fui criado
Tenho o meu peito bronzeado
De tanto o Sol me queimar
Também já fui fuzileiro
Do pavilhão brasileiro
E lá na terra do estrangeiro
Voluntário eu fui lutar
O mundo pode ser belo
Mas o meu verde e amarelo
Tá em primeiro lugar

Letra completa

Letra Fazenda São Francisco

Na fazenda São Francisco
Na beira do rio da morte
Com outro caminhoneiro
Traquejado no transporte
Fui buscar uma vacada
Para um criador do norte
Na chegada eu pressenti
Que era dia de sorte
Depois do embarque feito só ficou um boi de corte

Letra completa

Letra Priminha Linda

Esta terra é muito boa
Tem alguém que eu estimo
Quando nós nos encontramos
Damos beijos e repetimos

Letra completa

Letra Duas Balas de Ouro

Eu inventei essa moda e não reparei no defeito
Inventei ela chorando sofrendo daquele jeito
Um caboclo apaixonado nunca faz nada direito
Coração que só padece faz morada nesse peito

Letra completa

Comentários