Criminosa

Criminosa

Letra Criminosa

Já estou no fim da vida
Adeus minha mocidade
Eu já passei dos quarenta
E ela está na flor da idade

Venho de caminho estreito
Ela é da sociedade
Nunca pus os pés na escola
Ela está na faculdade
Sei amar e querer bem
Pra ela não sou ninguém
Vou viver só de saudade

O diamante lapidado
Tem um brilho que fascina
Quando perto de você
O diamante não combina

A sua beleza rara
É minha graça divina
Perto da mulher mais bela
É você que predomina
Eu gosto desta boneca
Mas estou virando peteca
Nas mãozinhas da menina

Na cadeia do amor
Sou um preso condenado
A grade é sua beleza
Onde eu vivo trancado

Sou um prisioneiro seu
Por estar apaixonado
Esse seus lábios em flor
Que por mim não foi beijado
Agora vou confessar
No dia em que eu beijar
Sou um preso libertado

Na hora em que eu a vejo
Requebrando vaidosa
Eu viro meu pensamento
Com ideias maliciosas

Abraçar e lhe beijar
É a coisa mais custosa
Com o que vou dizer agora
Peço, não fique nervosa
Confesso de coração
Se eu morrer de paixão
É você a criminosa

Outras letras de Zico e Zeca

Letra Relógio quebrado

Vou contar uma passagem
na vida de dois irmãos
que viviam discutindo a respeito a religião
O Zezé que era o mais velho
tinha sua devoção
Na hora dele ir deitar fazia suas oração

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Letra Dona Jandira

Quando eu era um folgazão novo
Se eu contar sei que o povo admira
Eu cantei em muito bar importante
E também nos teatro caipira
Eu cantava com uma moreninha
Para aqueles arrebaldes, para aqueles catira
Que o povo todo admirava
Por ver o bom peito da Dona Jandira

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Letra Dona Felicidade

Quem passar naquela estrada, vê uma casinha amarela
E uma varanda enfeitada e um canário na janela
Tem um jardim e um pé de jasmim
Feliz assim, eu vivo com ela

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Letra O Mineiro Não Faz Feio

Fui passear em Poços de Caldas, a rainha do veraneio
Vou contar o que aconteceu, a história eu não floreio
Avistei um cavaleiro
Perguntei da onde veio
Venho vindo do Rio Grande sou da terra do rodeio
Tô aqui só de passagem, neste chão eu não apeio

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Letra Despedida de Um Filho

Adeus sertão
Adeus flores da cascata
Hoje nesta serenata
Eu venho me despedir
Até a Lua
Lá no céu enche de mágoa
Geme o vento e chora as águas
Por ver um filho partir

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Letra A Caneta e a Enxada

“Certa vez uma caneta foi passear lá no sertão
Encontrou-se com uma enxada, fazendo uma plantação.
A enxada muito humilde, foi lhe fazer saudação,
Mas a caneta soberba não quis pegar na sua mão.
E ainda por desaforo lhe passou uma repreensão.”

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Letra Pracinha

Sou caboclo calejado
No sertão eu fui criado
Tenho o meu peito bronzeado
De tanto o Sol me queimar
Também já fui fuzileiro
Do pavilhão brasileiro
E lá na terra do estrangeiro
Voluntário eu fui lutar
O mundo pode ser belo
Mas o meu verde e amarelo
Tá em primeiro lugar

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Letra Fazenda São Francisco

Na fazenda São Francisco
Na beira do rio da morte
Com outro caminhoneiro
Traquejado no transporte
Fui buscar uma vacada
Para um criador do norte
Na chegada eu pressenti
Que era dia de sorte
Depois do embarque feito só ficou um boi de corte

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Letra Priminha Linda

Esta terra é muito boa
Tem alguém que eu estimo
Quando nós nos encontramos
Damos beijos e repetimos

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Letra Duas Balas de Ouro

Eu inventei essa moda e não reparei no defeito
Inventei ela chorando sofrendo daquele jeito
Um caboclo apaixonado nunca faz nada direito
Coração que só padece faz morada nesse peito

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