Besta Bailarina

Besta Bailarina

Letra Besta Bailarina

Novo Horizonte chegou
Uma mula feiticeira
De cor bem tordilha clara
Besta bonita e faceira
Por nome de Bailarina
Do senhor José Ferreira
Ai que muito sucesso fez
Nesta terra brasileira

Seu dono desafiou
Os peão desta ribeira
Minha mula nunca achou
Peão que não comesse poeira
Já percorreu quatro estado
Minha mula é pioneira
Ai o peito dela é sagrado
É a flor que ninguém cheira

Essa fama esparramou
Nas fazendas criadeiras
Logo veio o Zé Pretinho
Peão do Porto Junqueira
Pra montar na Bailarina
Eu monto em qualquer maneira
E o meu talo é tira prosa
E a roseta é sangradeira

No dia da montaria
Veio gente a zona inteira
Pretinho montou na mula
Rainha das puladeiras
No prazo de pouco tempo
Ela tremeu de canseira
Zé Pretinho deu com a mão
Saudou a platéia inteira

Estrondou salva de palmas
Foi aquela barulheira
Com mais de cem mil cruzeiros
Encheram a sua carteira
O Zé Pretinho chamou
O senhor José Ferreira
Bailarina está quebrada
Desculpe da brincadeira

Outras letras de Zico e Zeca

Letra Relógio quebrado

Vou contar uma passagem
na vida de dois irmãos
que viviam discutindo a respeito a religião
O Zezé que era o mais velho
tinha sua devoção
Na hora dele ir deitar fazia suas oração

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Letra Dona Jandira

Quando eu era um folgazão novo
Se eu contar sei que o povo admira
Eu cantei em muito bar importante
E também nos teatro caipira
Eu cantava com uma moreninha
Para aqueles arrebaldes, para aqueles catira
Que o povo todo admirava
Por ver o bom peito da Dona Jandira

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Letra Dona Felicidade

Quem passar naquela estrada, vê uma casinha amarela
E uma varanda enfeitada e um canário na janela
Tem um jardim e um pé de jasmim
Feliz assim, eu vivo com ela

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Letra O Mineiro Não Faz Feio

Fui passear em Poços de Caldas, a rainha do veraneio
Vou contar o que aconteceu, a história eu não floreio
Avistei um cavaleiro
Perguntei da onde veio
Venho vindo do Rio Grande sou da terra do rodeio
Tô aqui só de passagem, neste chão eu não apeio

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Letra Despedida de Um Filho

Adeus sertão
Adeus flores da cascata
Hoje nesta serenata
Eu venho me despedir
Até a Lua
Lá no céu enche de mágoa
Geme o vento e chora as águas
Por ver um filho partir

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Letra A Caneta e a Enxada

“Certa vez uma caneta foi passear lá no sertão
Encontrou-se com uma enxada, fazendo uma plantação.
A enxada muito humilde, foi lhe fazer saudação,
Mas a caneta soberba não quis pegar na sua mão.
E ainda por desaforo lhe passou uma repreensão.”

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Letra Pracinha

Sou caboclo calejado
No sertão eu fui criado
Tenho o meu peito bronzeado
De tanto o Sol me queimar
Também já fui fuzileiro
Do pavilhão brasileiro
E lá na terra do estrangeiro
Voluntário eu fui lutar
O mundo pode ser belo
Mas o meu verde e amarelo
Tá em primeiro lugar

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Letra Fazenda São Francisco

Na fazenda São Francisco
Na beira do rio da morte
Com outro caminhoneiro
Traquejado no transporte
Fui buscar uma vacada
Para um criador do norte
Na chegada eu pressenti
Que era dia de sorte
Depois do embarque feito só ficou um boi de corte

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Letra Priminha Linda

Esta terra é muito boa
Tem alguém que eu estimo
Quando nós nos encontramos
Damos beijos e repetimos

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Letra Duas Balas de Ouro

Eu inventei essa moda e não reparei no defeito
Inventei ela chorando sofrendo daquele jeito
Um caboclo apaixonado nunca faz nada direito
Coração que só padece faz morada nesse peito

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