Abraço de Violeiro

Abraço de Violeiro

Letra Abraço de Violeiro

Fui chamado pra cantar
Numa festa de Goiás
Eu levei minha viola
Só de cordas verdegais
Me disseram que a festa
Ia ser boa demais
Chegou o dia marcado
Peguei meu baio encerado
Saí no passo troteado
Deixando terras pra trás

Fui parar em Santa Helena
A capital do progresso
Onde o dinheiro corre
Na direção do sucesso
O Capucha disse assim
Se quiser que agora eu peço
Faça uma homenagem
A um homem desta paragem
Que eu pago duas passagem
Por mais que custe o ingresso

Começou então a festa
Em um ritmo ligeiro
Pinga e churrasco à vontade
Muita gente no terreiro
Repiquei minha viola
Cantei com o meu parceiro
Nisso o Pedrinho Carvalho
Tirou palmas de chacoalho
E nos quis levar de ataio
Lá pra fazenda Barreiro

Esse Pedrinho que eu falo
É um fazendeiro abastado
Homem de muitas fazendas
Ggrande criador de gado
Mineiro de Ituiutaba
Que orgulha seu estado
É um violeiro em Santa Helena
Conhecê-lo vale a pena
Respira as manhãs serenas
Do meu Goiás afamado

Adeus caboclada boa
Não esqueço de vocês
Se eu pudesse voltaria
Visitá-los todo mês
Paulo Anastácio e família
Paulo Lopes o festeiro
Gostei muito do catira
Que foi feito no terreiro
Vou mandar pra Santa Helena
Um abraço de violeiro

Outras letras de Zico e Zeca

Letra Relógio quebrado

Vou contar uma passagem
na vida de dois irmãos
que viviam discutindo a respeito a religião
O Zezé que era o mais velho
tinha sua devoção
Na hora dele ir deitar fazia suas oração

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Letra Dona Jandira

Quando eu era um folgazão novo
Se eu contar sei que o povo admira
Eu cantei em muito bar importante
E também nos teatro caipira
Eu cantava com uma moreninha
Para aqueles arrebaldes, para aqueles catira
Que o povo todo admirava
Por ver o bom peito da Dona Jandira

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Letra Dona Felicidade

Quem passar naquela estrada, vê uma casinha amarela
E uma varanda enfeitada e um canário na janela
Tem um jardim e um pé de jasmim
Feliz assim, eu vivo com ela

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Letra O Mineiro Não Faz Feio

Fui passear em Poços de Caldas, a rainha do veraneio
Vou contar o que aconteceu, a história eu não floreio
Avistei um cavaleiro
Perguntei da onde veio
Venho vindo do Rio Grande sou da terra do rodeio
Tô aqui só de passagem, neste chão eu não apeio

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Letra Despedida de Um Filho

Adeus sertão
Adeus flores da cascata
Hoje nesta serenata
Eu venho me despedir
Até a Lua
Lá no céu enche de mágoa
Geme o vento e chora as águas
Por ver um filho partir

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Letra A Caneta e a Enxada

“Certa vez uma caneta foi passear lá no sertão
Encontrou-se com uma enxada, fazendo uma plantação.
A enxada muito humilde, foi lhe fazer saudação,
Mas a caneta soberba não quis pegar na sua mão.
E ainda por desaforo lhe passou uma repreensão.”

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Letra Pracinha

Sou caboclo calejado
No sertão eu fui criado
Tenho o meu peito bronzeado
De tanto o Sol me queimar
Também já fui fuzileiro
Do pavilhão brasileiro
E lá na terra do estrangeiro
Voluntário eu fui lutar
O mundo pode ser belo
Mas o meu verde e amarelo
Tá em primeiro lugar

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Letra Fazenda São Francisco

Na fazenda São Francisco
Na beira do rio da morte
Com outro caminhoneiro
Traquejado no transporte
Fui buscar uma vacada
Para um criador do norte
Na chegada eu pressenti
Que era dia de sorte
Depois do embarque feito só ficou um boi de corte

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Letra Priminha Linda

Esta terra é muito boa
Tem alguém que eu estimo
Quando nós nos encontramos
Damos beijos e repetimos

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Letra Duas Balas de Ouro

Eu inventei essa moda e não reparei no defeito
Inventei ela chorando sofrendo daquele jeito
Um caboclo apaixonado nunca faz nada direito
Coração que só padece faz morada nesse peito

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