Vida Game Em Cena

Vida Game Em Cena

Vida Game Em Cena

Cena 2: ação! O retorno de Jedi
Nova geração, o filho confronta o pai
Sem limites, vida própria adquire a obra
Já não sei distinguir se sou Rocky, Rambo ou Cobra
Você é a doença e eu sou a cura do mal
Pela proposta indecente sente atração fatal
E como se não bastasse, ultrapassa a linha de passe
Para fazer os contatos imediatos de terceiro grau
O extraterrestre Carlos Peixoto nos beats
Interestelar, não é de Gotham nem de Sin City
Ideia na cabeça, o mic, a nave e seus kits
Esse é meu platoon, minha tropa de elite
É máquina mortífera, é duro de matar
Se a ilha é sonífera, precisa despertar
E entrar na lagoa azul até o pescoço
Pra não ficar sem o almoço no último nível do poço
O sexto sentido é um brinquedo assassino
Porque o instinto é selvagem e causa dor
Desejo de matar na noite dos mortos vivos
Numa noite de crime, eu sou o predador
Preciso de um taxi driver
Que me leve a um blade runner
Hoje o alvo cai, Joker
Porque, na real, ninguém é highlander
Ases indomáveis, como? Nem sabe voar
Resta esperar o dia depois de amanhã
Um príncipe em Nova York nunca será
Nem terá o fabuloso destino de Amélie Poulain
Sete pecados capitais, o sétimo selo
007 à captura das joias brutas
Mas havia mais que onze homens e um segredo
Pra dar a cara à tapa naquele clube da luta
A cena saturada tá cheia de bad boys
Orgulho e preconceito, invocação do mal
Um sonho de liberdade, sigo como um oldboy
Eis-me aqui, Vitor Pi, o profissional
Meu nome não é Johnny! O que é isso, companheiro?
Não me confunda como se eu fosse você
O nome da rosa pode estar em seu cheiro
Amor à queima-roupa, Romeo tem que morrer
Todos a torcer pela morte do demônio
Mas ele permanece vivo dentro do hospedeiro
O ódio que você semeia é seu alimento
Psicose, corra, Forrest, seja ligeiro
Eles não usam black-tie, é fantasia de coelho
Frank disse a Donnie: kill Bill, kill Bill!
E as fake News seguem sendo conselho
Partiu. Corta! Bye bye Brasil

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